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Novo artigo do Dr. Pedro Diniz sobre a técnica de reparação do tendão de Aquiles.
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_link_target=”_self” column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Hoje partilhamos consigo um artigo de co-autoria do Dr. Pedro Diniz, ortopedista especializado no pé e tornozelo, publicada na Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc, intitulado “Modified triple Kessler with least risk of elongation among Achilles tendon repair techniques: a systematic review and network meta-analysis of human cadaveric studies”.
Este artigo usa um método estatístico que combina os resultados de vários estudos, para avaliar qual a técnica de reparação do tendão de Aquiles com maior probabilidade de resultar num menor alongamento do tendão após ruptura aguda. O alongamento do tendão de Aquiles pode levar a importantes alterações biomecânicas e influenciar negativamente o resultado funcional, como já havia sido documentado num trabalho anterior.
Parabéns Dr. Pedro Diniz.
Leia e consulte o artigo completo AQUI.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]